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A incógnita simõesfilhense

Me pergunto ao olhar para essa cidade: onde está sua história? E claro que se a gente olhar para as ruas, para as pessoas, para algum detalhe, a gente vai encontra-la. Mas por que não está a mostra? Por que nem todo mundo enxerga? É preciso um olhar mais apurado? E é exatamente desse ponto que surge a minha inquietação com Simões Filho. Eu sei que tem história, outras pessoas sabem que tem história. No entanto essa história não é sempre contada, explorada, compartilhada. Posso estar dessa forma presumindo algo? Posso sim. É um olhar direcionado? Pode ser. E é até mesmo por isso que surge essa pesquisa, essa curiosidade. Quero encontrar e trazer pra minha superfície essa história que conheço bem pouco. Diferente de alguns anos atrás, possuo agora um conjunto restrito de informações e algumas direções em que seguir. É daqui que parto, com um artigo de 1º semestre, um livro de mais ou menos 40 páginas e arquivos para (re)visitar.

Sobres gostos e desgostos

Esqueci de falar ou simplesmente posterguei o momento de dizer que me encontro a um passo de ser Urbanista - ainda me falta um semestre interrompido -, e isso me assusta e me motiva ao mesmo tempo. Porque Urbanismo é aquele curso, aquela área difícil, concorrida e escassa, encontra-se consumida de problemas por todos os lados [mas convém perguntar: o que não está rodeado de problemas ultimamente?], e em todo esse contexto de indecisões e preocupações, eu nem sei se minha carreira já termina antes mesmo de começar. Eu gosto e desgosto de Urbanismo. Gosto porque me fez apurar o olhar para as cidades. Desgosto por todas as dores de cabeça que me traz. E nesse barco, ao qual permaneço durante seus longos/curtos 5 anos, descobri do que gostava tanto nas cidades: as suas histórias. De fato, talvez não me dedique tanto quanto poderia fazer diante de coisas que a gente gosta bastante, e nem tenho desculpas pra isso. Gostaria nesse percurso de ter encontrado uma pessoa que me inspira...

O que transborda em mim vira escrita

Há tantas as coisas sobre que eu gostaria de escrever que as ideias me vem e vão num mesmo instante, há tantas dúvidas em mim... E muitas das coisas que eu gostaria de colocar para fora, do meu jeito simples, sem precisar de pelo menos uma lista de 15 autores para que eu esteja baseada ainda que meu pensamento seja muito parecido com aquele que está falando. E por isso esse espaço também é para isso.  Para eu poder ser livre na minha escrita.  Criar parágrafo curtos, repetir repetir repetir repetir uma palavra quantas vezes eu quiser sem me preocupar com a quantidade de vezes que ela já apareceu ali. É usar quantas páginas me forem necessárias.  É falar dos mais diversos assuntos que me interessam.  É escrever e só. Mas e o que me interessa?

Inicia-se uma jornada pelo (re)descobrimento

Não sei muito bem de onde surgem as ideias... Como elas aparecem... Como nos parecem boas... Sei que quando menos esperamos ela surge brilhante e tem aparência da melhor coisa que já vimos na vida! O sorriso surge no canto da boca, e a mente questiona: será que realmente é uma boa ideia? E sim, de primeiro momento sempre vamos questionar uma ideia, mas enquanto o tempo passa e ela se acomoda na nossa mente, a mesma começa a se tornar mais possível, mais executável e diria que até mesmo real. Eu particularmente gosto muito das minhas ideias, por mais loucas que elas sejam. No final, quando já não penso mais em coloca-las em prática, surge algo que me faz repensar e dizer: por que não? Todo esse discurso é simplesmente para dizer que foi assim que esse blog surgiu: de uma ideia. Só que essa teve sua particularidade, antes de chegar ao seu estado concreto que hoje aqui se apresenta, essa mesma ideia passou por um longo (?) processo de maturação. E aqui estamos nós, eu e minha id...